Histórias do Parque

De moradora à investidora: o Parque como lar e empreendimento

Vivendo no Parque del Sol por onze anos, a profissional de segurança pública Raquel Moreira decidiu comprar um imóvel quando o local ainda não tinha nem de longe a infraestrutura de hoje. Financiou o apartamento na planta e aguardou alguns anos até que o novo lar fosse entregue. A compra – que à época poderia ser considerada por impulso, já que ela saiu de casa com intenção de apenas “visitar” os apartamentos projetados – seria expandida, anos depois, com a aquisição de mais dois imóveis, consolidando um novo investimento para ela.

O contato com a natureza e a tranquilidade do Parque motivaram Raquel a fechar o negócio precocemente. “Me encantei pelo local, que é tranquilo e longe do Centro da cidade, onde eu morava na época. Fui visitar e já comprei na planta. Já saí com a compra feita. Passei quatro anos pagando e esperando o apartamento ficar pronto, vi todos esses (apartamentos) aqui subindo, quando ainda estavam na planta”, relembra.

A identificação com o local foi tamanha que, depois da mudança para o Parque del Sol, ela convenceu a irmã e o irmão a comprar um apartamento por lá. Hoje, ela divide a casa com a filha, Isabel, e os pais. Prestes a se casar, ela garante que o espaço do apartamento é suficiente para acomodar a família inteira de forma confortável. “Vai morar todo mundo lá em casa, cabe todo mundo, o apartamento é grande”, aponta, lembrado que a filha, que tem 10 anos, já nasceu no Parque del Sol.

Em tom de quem aconselha novos investidores, Raquel explica por que resolveu apostar no investimento imobiliário da região. “Morei em um dos primeiros prédios construídos no Parque, depois mudei para o Cervantes e agora comprei mais um apartamento na planta para investir, porque sei que ele se valoriza. Para investimento é muito bom”, declara, explicando que comprou o último imóvel ainda na fase de pré-lançamento. “Eu também tenho um vizinho que tem três apartamentos, mora em um e aluga dois, mas não sai daqui”, exemplifica.

Na troca de apartamentos, ela acaba cruzando com antigos vizinhos no novo prédio. O movimento, explica Raquel, é reflexo da dinâmica do Parque, uma vez que, segundo ela, os moradores costumar se mudar para novos apartamentos, mas sem deixar a região. “Os meus vizinhos do Sevilla (primeiro prédio onde morou) se mudaram para outros, a cultura de quem mora aqui é mudar para outro apartamento maior, mas não sai daqui, porque todo mundo gosta. Você muda de apartamento, mas não muda do Parque”, relata.

Histórias relacionadas